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5 de Julho de 2022
  • 2º Grau
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Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul TJ-MS - Apelação Cível: AC 080XXXX-94.2014.8.12.0035 MS 080XXXX-94.2014.8.12.0035

Detalhes da Jurisprudência

Órgão Julgador

1ª Câmara Cível

Publicação

23/08/2018

Julgamento

21 de Agosto de 2018

Relator

Des. Marcelo Câmara Rasslan

Documentos anexos

Inteiro TeorTJ-MS_AC_08012209420148120035_c3375.pdf
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Ementa

E M E N T A – APELAÇÕES CÍVEIS – CONTRATOS DE EMPRÉSTIMODESCONTOS EM BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIOPRESCRIÇÃO AFASTADA - DANOS MORAIS MANTIDOS - PROPORCIONALIDADE E RAZOABILIDADEHONORÁRIOS MAJORADOSRESTITUIÇÃO SIMPLESAUSÊNCIA DE MÁ-FÉ - RECURSO DA AUTORA, CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDORECURSO DO BANCO, CONHECIDO DESPROVIDO.

O termo "a quo" para contagem da prescrição é o do conhecimento do dano e de sua autoria pela vítima, solução mais benéfica ao consumidor. A quantificação do dano moral deve observar os critérios de razoabilidade, tomando por base as condições econômicas daquele que pratica o ato ilícito, bem assim daquele que o sofreu, o grau da ofensa e as consequências suportadas pelo ofendido, para que a reparação não constitua fonte de enriquecimento indevido daquele que se viu ofendido, fazendo-se necessário, no caso, estabelecer-se uma correta proporcionalidade entre causa e efeito, como decidido. É induvidoso que a fixação do valor dos honorários advocatícios deve ser feita com juízo de ponderação, com adstrição à razoabilidade, de sorte a assegurar que o profissional seja remunerado dignamente pelo trabalho prestado. A jurisprudência desta Corte é pacífica de que não há razão para condenar o réu à repetição em dobro, por não existir prova inequívoca da sua má-fé na contratação de empréstimo indevido em nome da parte autora. Recurso da autora conhecido e parcialmente provido. Recurso do banco conhecido desprovido
Disponível em: https://tj-ms.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/825187261/apelacao-civel-ac-8012209420148120035-ms-0801220-9420148120035